{"id":3936,"date":"2020-01-16T18:48:34","date_gmt":"2020-01-16T18:48:34","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8090\/?p=194"},"modified":"2020-01-16T18:48:34","modified_gmt":"2020-01-16T18:48:34","slug":"transgeneros-tem-direito-a-matricula-com-nome-social-em-universidades-baianas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cress-ba.org.br\/?p=3936","title":{"rendered":"TR\u00c2NSGENEROS TEM DIREITO A MATR\u00cdCULA COM NOME SOCIAL EM UNIVERSIDADES BAIANAS"},"content":{"rendered":"<h2>&nbsp;<\/h2>\n<p>Travestis e transexuais j&aacute; podem se matricular em universidades baianas com nomes nomes sociais. Em 2014 foram aprovadas portarias na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), sendo esta, a primeira universidade estadual a garantir esse direito. (<a href=\"http:\/\/www.uneb.br\/2015\/02\/26\/uneb-matricula-1-estudante-a-requerer-uso-do-nome-social-nos-registros-academicos\/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">veja aqui<\/a>). Outra universidade que regulamentou o uso do nome social por estudantes travestis e transexuais foi a UFRB, por meio da Resolu&ccedil;&atilde;o N&ordm; 01\/2015 , em fevereiro de 2015. (<a href=\"http:\/\/www.criativaonline.com.br\/mobile\/index\/noticias\/?id=51149&amp;fb_action_ids=862399850489309&amp;fb_action_types=og.shares#.VPCnBppvnLQ.facebook\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Veja aqui<\/a>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A regulamenta&ccedil;&atilde;o do uso do nome social nas universidades &eacute; um passo importante na luta contra a transfobia, significando um passo para a garantia da perman&ecirc;ncia de travestis e transexuais na Universidade. Sobre os avan&ccedil;os na UFBA, a Associa&ccedil;&atilde;o de Travestis de Salvador (Atras) e Grupo Gay da Bahia (GGB) consideram que o fato &eacute; comemorado como uma &quot;vit&oacute;ria hist&oacute;rica&quot;. As duas entidades de apoio &agrave; luta homossexual defendem que as trans (conceito que inclui travestis e transexuais) constituem a minoria social mais desconhecida e discriminada atualmente no pa&iacute;s, sofrendo opress&atilde;o dentro de casa, pois raramente recebem apoio da pr&oacute;pria fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao n&atilde;o ter o direito de usar o nome adequado &agrave; pr&oacute;pria identidade de g&ecirc;nero, elas sofrem &quot;grave constrangimento quando s&atilde;o publicamente chamadas com nome masculino&quot;, segundo nota conjunta das entidades. A Atras e o GGB pretendem ampliar &quot;o respeito ao nome social em todos os espa&ccedil;os p&uacute;blicos, e n&atilde;o apenas para estudantes universit&aacute;rios e rede p&uacute;blica&quot;. A estimativa das duas entidades &eacute; que existam duas mil trans no estado, aproximadamente 500 em Salvador. Assinalam ser &quot;rara&quot; a cidade brasileira, inclusive os menores munic&iacute;pios, em que n&atilde;o haja uma ou mais trans.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Millena Passos, presidente da Atras, diz que &quot;a grande maioria das trans &eacute; de profissionais do sexo &#8211; ocupa&ccedil;&atilde;o legalizada por Jaques Wagner quando era ministro do Trabalho&quot;. Alega que muitas &quot;est&atilde;o na pista&quot; por falta de alternativas, pois teriam &quot;sofrido bullying nas escolas, foram expulsas de casa e s&atilde;o recusadas quando procuram trabalho&quot;. Ela acredita que as portarias da Ufba e Secretaria da Educa&ccedil;&atilde;o v&atilde;o estimular muitas travestis a estudar e ter outra profiss&atilde;o menos perigosa e insalubre. &quot;Se alguma escola ou faculdade recusar reconhecer nosso g&ecirc;nero feminino, inclusive o acesso a sanit&aacute;rios para mulheres, a situa&ccedil;&atilde;o deve ser denunciada publicamente. A Atras acionar&aacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Bahia&quot;, declarou Millena. Tr&ecirc;s trans j&aacute; se matricularam na Ufba com nome social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Luta pela Visibilidade Trans no conjunto CFESS-CRESS<br \/>\nO conjunto CFESS-CRESS mant&eacute;m a luta contra a transfobia em sua agenda de lutas, compreendendo que &eacute; um passo fundamental para a garantia de direitos dessa parcela da popula&ccedil;&atilde;o. Em 2011, a partir da Resolu&ccedil;&atilde;o N&ordm; 615 o CFESS assegura o direito de inclus&atilde;o do nome social da assistente social travesti e da\/o assistente social transexual. No &uacute;ltimo ano lan&ccedil;ou a campanha nacional &ldquo;Nem R&oacute;tulos, nem preconceito. Quero Respeito&rdquo;,&nbsp; fortalecendo seu posicionamento para toda a categoria e sociedade em geral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cfess.org.br\/arquivos\/615-11.pdf\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Acesse aqui a resolu&ccedil;&atilde;o<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O CFESS, tamb&eacute;m, manifesta compromisso com a luta em torno da despatologiza&ccedil;&atilde;o da transexualidade como estrat&eacute;gia de promo&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, por meio da retirada da transexualidade dos Cat&aacute;logos Internacionais de Doen&ccedil;as (CID), bem como pela garantia da perman&ecirc;ncia do processo transexualizador no SUS; pela amplia&ccedil;&atilde;o do debate junto &agrave; categoria, reafirmando os direitos da popula&ccedil;&atilde;o LGBT, do processo transexualizador, articulado &agrave; luta pelo aumento de atendimento com maior qualidade na rede p&uacute;blica; pela continuidade do debate contempor&acirc;neo sobre o uso do nome social nos espa&ccedil;os p&uacute;blicos e privados, e no acesso &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a popula&ccedil;&atilde;o LGBT.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:<a href=\"http:\/\/www.cfess.org.br\/visualizar\/noticia\/cod\/1057\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&nbsp;CFESS<\/a>&nbsp;<a href=\"http:\/\/atarde.uol.com.br\/bahia\/salvador\/noticias\/1662276-travestis-da-ba-podem-usar-nome-feminino-na-ufba-e-escolas\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">; A TARDE<\/a>&nbsp; &ndash; com edi&ccedil;&atilde;o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TR\u00c2NSGENEROS TEM DIREITO A MATR\u00cdCULA COM NOME SOCIAL EM UNIVERSIDADES BAIANAS<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3674,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-3936","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3936","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3936"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3936\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3936"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3936"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3936"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}