{"id":4480,"date":"2023-11-29T10:33:04","date_gmt":"2023-11-29T10:33:04","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8090\/?p=3026"},"modified":"2023-11-29T10:33:04","modified_gmt":"2023-11-29T10:33:04","slug":"nota-publica-assistentes-sociais-e-psicologasos-sao-trabalhadorases-da-educacao-e-lutam-pela-educacao-de-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cress-ba.org.br\/?p=4480","title":{"rendered":"Nota p\u00fablica: Assistentes Sociais e Psic\u00f3logas(os) s\u00e3o trabalhadoras(es) da Educa\u00e7\u00e3o e lutam pela educa\u00e7\u00e3o de qualidade"},"content":{"rendered":"<p>A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional pela Implementa&ccedil;&atilde;o da Lei 13.935\/2019 &ndash; composta por entidades nacionais do Servi&ccedil;o Social e da Psicologia, al&eacute;m de Conselhos Profissionais das duas profiss&otilde;es &ndash; vem a p&uacute;blico explicitar sua defesa de que Assistentes Sociais e Psic&oacute;logas(os) que atuam na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica s&atilde;o trabalhadoras(es) da Educa&ccedil;&atilde;o e devem estar devidamente inclu&iacute;das(os) na Lei de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional (LDB).<\/p>\n<p>No dia 24\/11\/2023, deparamo-nos com uma nota p&uacute;blica da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE) que, equivocadamente, ao desconsiderar a luta hist&oacute;rica de mais de 20 anos dessas categorias e da sociedade brasileira que resultou na Lei 13.935\/2019, reduziu as pautas da inser&ccedil;&atilde;o de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica como uma luta corporativista em busca de recursos p&uacute;blicos sem a preocupa&ccedil;&atilde;o com a educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de qualidade.<\/p>\n<p>A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional, constitu&iacute;da para acompanhar o processo de implanta&ccedil;&atilde;o da lei, lamenta profundamente esse posicionamento, pois sempre se colocou ao lado das(os) demais trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o na luta por um ensino p&uacute;blico de qualidade para todas(os), e n&atilde;o como inimiga ou advers&aacute;ria.<\/p>\n<p>Para elucidar a luta coletiva e hist&oacute;rica dessas profiss&otilde;es, elencamos alguns pontos que se contrap&otilde;em &agrave; nota da CNTE, buscando dar visibilidade sobre a relev&acirc;ncia social da inser&ccedil;&atilde;o de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica:<\/p>\n<p><strong>1) O Reconhecimento de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) como trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o:<\/strong><\/p>\n<p>A atua&ccedil;&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente desde o princ&iacute;pio da hist&oacute;ria do Servi&ccedil;o Social e da Psicologia no Brasil, acumulando, desta forma, experi&ecirc;ncias, debates, estrat&eacute;gias e lutas pela educa&ccedil;&atilde;o de qualidade e como direito para toda a popula&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o de uma vasta literatura sobre esta inser&ccedil;&atilde;o, no Brasil e em diversos pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>Historicamente, a Psicologia entrou no Brasil por meio da educa&ccedil;&atilde;o e da medicina. Ap&oacute;s a cria&ccedil;&atilde;o da profiss&atilde;o, em 1962, psic&oacute;logas(os) sempre tiveram v&iacute;nculos com a educa&ccedil;&atilde;o, adentrando no espa&ccedil;o escolar, mais especificamente na d&eacute;cada de 1970, desenvolvendo atividades que contribuem para o processo ensino-aprendizagem, envolvendo toda a&nbsp;comunidade escolar. Cabe &agrave; Psicologia fornecer subs&iacute;dios te&oacute;rico\/pr&aacute;ticos acerca do desenvolvimento do psiquismo e da aprendizagem no contexto escolar e, cabe &agrave; equipe de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os), juntamente com a equipe pedag&oacute;gica e de educadoras(es), auxiliar a escola a cumprir sua fun&ccedil;&atilde;o social de socializa&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos produzidos pela humanidade, bem como trabalhar coletivamente para que a escola seja um espa&ccedil;o democr&aacute;tico e participativo de conviv&ecirc;ncia e de forma&ccedil;&atilde;o &eacute;tico-pol&iacute;tico-social. Por esses motivos, as(os) profissionais que atuam na &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o necessitam ser, todas(os), consideradas(os) profissionais da educa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Trata-se de profiss&otilde;es que est&atilde;o na linha de frente junto com pedagogas(os), professoras(es) de diferentes licenciaturas e demais servidoras(es), atuando para garantir a perman&ecirc;ncia de estudantes no ambiente escolar, para articular a rede de prote&ccedil;&atilde;o social b&aacute;sica nos territ&oacute;rios onde est&atilde;o inseridas as escolas, intermediando as rela&ccedil;&otilde;es com as fam&iacute;lias e dialogando com as comunidades para incentivo de sua participa&ccedil;&atilde;o na realidade escolar. Essas categorias j&aacute; est&atilde;o inseridas(os) nas escolas em diversos munic&iacute;pios e estados do pa&iacute;s, sendo fundamental reconhecer o trabalho que j&aacute; &eacute; desenvolvido, ampli&aacute;-lo e aperfei&ccedil;o&aacute;-lo, na perspectiva de apoiar o trabalho docente e participar da constru&ccedil;&atilde;o de Projetos Pedag&oacute;gicos inclusivos, que garanta o direito de ensinar e aprender para todas e todos, somando, como j&aacute; fazemos, luta em defesa da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e de qualidade como trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o que j&aacute; somos.<\/p>\n<p>Para reconhecer assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) como trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio (e nem salutar) descaracterizar ou afrontar as categorias que j&aacute; est&atilde;o nessa classifica&ccedil;&atilde;o, como &eacute; o caso de professoras(es) e outras(os) profissionais. Pelo contr&aacute;rio, sabemos dos perversos processos de desqualifica&ccedil;&atilde;o do trabalho docente que temos sofrido em nosso pa&iacute;s, que resultam em um adoecimento que, longe de ser quest&atilde;o individual, &eacute; resultante de um sistema viciado e exaustivo. Reconhecer &eacute; somar, unir esfor&ccedil;os em defesa de uma pol&iacute;tica de educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica forte, na defesa de melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho docente e na constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de prote&ccedil;&atilde;o social, que s&oacute; se consolidam quando atuamos juntos, no &acirc;mbito da escola e do sistema.<\/p>\n<p>A altera&ccedil;&atilde;o da LDB, proposta pelo PL 3.599\/2023, de autoria das deputadas federais &Eacute;rika Kokay (PT-DF) e L&ecirc;da Borges (PSDB-GO) e relatoria do deputado Rafael Brito (MDB\/AL), expressa o reconhecimento desse trabalho j&aacute; existente e exitoso no Brasil, que agrega assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) como trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o e como sujeitos pol&iacute;ticos importantes na luta coletiva pela educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no pa&iacute;s. Ao contr&aacute;rio do que sugere a nota da CNTE, essa medida n&atilde;o &eacute; oportunista ou corporativa, pelo contr&aacute;rio, ela &eacute; hist&oacute;rica e possui grande relev&acirc;ncia social no que se refere &agrave; escola p&uacute;blica que o Brasil necessita e merece.<\/p>\n<p><strong>2) A luta hist&oacute;rica de inser&ccedil;&atilde;o de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) na educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode, jamais, ser confundida com estrat&eacute;gias das escolas c&iacute;vico-militares:<\/strong><\/p>\n<p>Nossa luta sempre foi e seguir&aacute; sendo pela qualidade da escola p&uacute;blica, cujo objetivo &eacute; o desenvolvimento integral das(os) estudantes e a forma&ccedil;&atilde;o adequada para o exerc&iacute;cio da cidadania. As escolas c&iacute;vico&ndash;militares t&ecirc;m outros objetivos que n&atilde;o se coadunam com a proposta ampla da educa&ccedil;&atilde;o brasileira e, cujos princ&iacute;pios ferem a LDB. N&atilde;o estamos&nbsp;buscando excepcionalidades, com alto custo or&ccedil;ament&aacute;rio para a educa&ccedil;&atilde;o e substitui&ccedil;&atilde;o de educadoras(es) por militares para as fun&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o e desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas nas escolas.<\/p>\n<p>&Eacute; importante explicitar que a lei n&atilde;o trata de psic&oacute;logas(os) e assistentes sociais presentes em outras pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, como o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e Sistema &Uacute;nico de Assist&ecirc;ncia Social (SUAS). Esses, inserem-se nessas pol&iacute;ticas por seus processos pr&oacute;prios. A lei trata de profissionais de Psicologia e do Servi&ccedil;o Social da\/na educa&ccedil;&atilde;o, que v&ecirc;m somar esfor&ccedil;os para garantir uma educa&ccedil;&atilde;o de qualidade e, em absolutamente nada, tem rela&ccedil;&atilde;o com escolas c&iacute;vico-militares.<\/p>\n<p>Nossa proposta &eacute; de amplia&ccedil;&atilde;o da equipe t&eacute;cnica especializada atuando no espa&ccedil;o escolar juntamente com as(os) educadoras(es) e o desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es profissionais articuladas e preventivas no processo de desenvolvimento das crian&ccedil;as e apoio &agrave;s suas fam&iacute;lias. Assim, n&atilde;o podemos ser comparadas(os) com as escolas c&iacute;vico-militares, como tamb&eacute;m insinua, de forma ofensiva e injusta, a nota da CNTE.<\/p>\n<p><strong>3) A intersetorialidade &eacute; essencial ao acesso a direitos, mas n&atilde;o substitui o trabalho de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) nas escolas:<\/strong><\/p>\n<p>As ofertas das diversas pol&iacute;ticas sociais possuem escopos diferenciados, que resultam do ac&uacute;mulo das diversas &aacute;reas em oferecer direitos sociais &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. A sa&uacute;de e a assist&ecirc;ncia social, em especial, devem oferecer servi&ccedil;os que s&atilde;o fundamentais para a popula&ccedil;&atilde;o e, nesse caso, funcionam como SUPLEMENTARES &agrave; atua&ccedil;&atilde;o das escolas.<\/p>\n<p>A intersetorialidade, portanto, que &eacute; atua&ccedil;&atilde;o entre as diversas pol&iacute;ticas, &eacute; fundamental para o alcance de patamares de prote&ccedil;&atilde;o social da popula&ccedil;&atilde;o. No entanto, o trabalho realizado pela pol&iacute;tica de assist&ecirc;ncia social, por exemplo, ainda que conte com assistentes sociais e psic&oacute;logas(os), segue diretrizes pr&oacute;prias do Sistema &Uacute;nico de Assist&ecirc;ncia Social e n&atilde;o pode ser confundido com o trabalho dessas(es) mesmas(os) profissionais no &acirc;mbito da pol&iacute;tica de educa&ccedil;&atilde;o. Do mesmo modo, o trabalho de psic&oacute;loga(os) e assistentes sociais no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de atende e segue os princ&iacute;pios orientadores da pol&iacute;tica p&uacute;blica de sa&uacute;de, e n&atilde;o se confunde com as pol&iacute;ticas para a educa&ccedil;&atilde;o: s&atilde;o distintas as demandas, compet&ecirc;ncias e processos de trabalho envolvidos nessas pol&iacute;ticas. Na educa&ccedil;&atilde;o, assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) possuem atividades pr&oacute;prias, que contribuem no processo de ensino e aprendizagem e que, portanto, s&atilde;o espec&iacute;ficas dessas pol&iacute;ticas.<\/p>\n<p>Repercutir a ideia de que se trata de &ldquo;emprestar&rdquo; fazeres de outras pol&iacute;ticas para se realizarem na escola com recursos &ldquo;da escola&rdquo;, &eacute; atuar com desinforma&ccedil;&atilde;o &ndash; com fake news &ndash; que mais confunde a sociedade do que contribui com ela para a qualifica&ccedil;&atilde;o da escola p&uacute;blica que queremos. Assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) da educa&ccedil;&atilde;o e na educa&ccedil;&atilde;o possuem um escopo de trabalho que se atrela aos objetivos da pol&iacute;tica de educa&ccedil;&atilde;o, assim como, por exemplo, temos pedagogas(os) que atuam no SUAS &ndash; e s&atilde;o reconhecidas(os) como trabalhadoras(es) daquela pol&iacute;tica &ndash; cujas pr&aacute;ticas n&atilde;o se confundem com a pr&aacute;tica pedag&oacute;gica de uma escola.<\/p>\n<p>O Artigo 71 da LDB, portanto, ao mencionar &ldquo;programas de assist&ecirc;ncia psicol&oacute;gica ou assist&ecirc;ncia social&rdquo; est&aacute; se referindo &agrave; intersetorialidade &#8211; que deve ser suplementar e n&atilde;o deve compor or&ccedil;amento da rede de educa&ccedil;&atilde;o, por se tratarem de outras pol&iacute;ticas. No entanto, isso n&atilde;o &eacute; suficiente para enfrentarmos a realidade da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no pa&iacute;s e, portanto, n&atilde;o se confunde com o trabalho de assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) da e na Pol&iacute;tica de Educa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A luta pela defesa dos direitos humanos e, especificamente o direito &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; o que move psic&oacute;logas(os) e assistentes sociais no cotidiano da escola. Consideramos que os profissionais da Psicologia e Servi&ccedil;o Social est&atilde;o aliados &agrave;s(aos) educadoras(es) na busca da garantia do direito de todas as pessoas ao acesso ao conhecimento. Historicamente, essas duas &aacute;reas t&ecirc;m realizado pesquisas e a&ccedil;&otilde;es que defendem que todos os indiv&iacute;duos t&ecirc;m direito de se apropriar dos conhecimentos curriculares, que devem ser criadas possibilidades para que todos as pessoas tenham acesso ao legado das produ&ccedil;&otilde;es culturais respons&aacute;veis pela forma&ccedil;&atilde;o humana. N&atilde;o &eacute; uma luta que deve ser realizada somente por essas(es) profissionais da educa&ccedil;&atilde;o, mas sim por toda uma sociedade que valoriza os conhecimentos e que se contrap&otilde;em ao obscurantismo.<\/p>\n<p>Por fim, reiteramos nosso compromisso com a educa&ccedil;&atilde;o de qualidade e com a luta por um financiamento que, de fato, traduza a escola de qualidade para filhas e filhos da classe trabalhadora. Dividir a luta da classe trabalhadora n&atilde;o &eacute; uma estrat&eacute;gia que nos favorece e, por isso, n&atilde;o compomos com essa pr&aacute;tica. Reiteramos que caminhamos juntas(os) com as(os) demais trabalhadoras(es) da educa&ccedil;&atilde;o e a altera&ccedil;&atilde;o da LDB, ao contr&aacute;rio do contido na nota da CNTE, consolida uma pr&aacute;tica j&aacute; existente de tantas(os) assistentes sociais e psic&oacute;logas(os) que constroem experi&ecirc;ncias nas redes de educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e que precisam ter essas pr&aacute;ticas ampliadas, para o efetivo cumprimento da lei 13.935\/2019 e para continuar contribuindo com pr&aacute;ticas que emancipem os sujeitos envolvidos nos processos educacionais.<\/p>\n<p><strong>Defendemos uma escola p&uacute;blica, laica e de qualidade, com amplia&ccedil;&atilde;o do financiamento p&uacute;blico, que acolha todas as crian&ccedil;as e jovens filhos e filhas da classe trabalhadora.<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cfess.org.br\/arquivos\/Nota-CoordenacaoEntidades-CNTE-Final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixe o documento em PDF<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de implementa&ccedil;&atilde;o da Lei 13.935\/2019<\/strong><\/p>\n<p><em>Conselho Federal de Psicologia &#8211; CFP<\/em><\/p>\n<p><em>Conselho Federal de Servi&ccedil;o Social &#8211; CFESS<\/em><\/p>\n<p><em>Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Psic&oacute;logos &#8211; FENAPSI<\/em><\/p>\n<p><em>Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional &#8211; ABRAPEE<\/em><\/p>\n<p><em>Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ensino de Psicologia &#8211; ABEP<\/em><\/p>\n<p><em>Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ensino e Pesquisa em Servi&ccedil;o Social &#8211; ABEPSS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As entidades defendem uma escola p\u00fablica, laica e de qualidade, com amplia\u00e7\u00e3o do financiamento p\u00fablico<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6425,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-4480","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4480\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}