{"id":4657,"date":"2025-05-12T14:19:00","date_gmt":"2025-05-12T14:19:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8090\/?p=3400"},"modified":"2025-05-12T14:19:00","modified_gmt":"2025-05-12T14:19:00","slug":"carta-ao-governador-da-bahia-mortalidade-materna-de-mulheres-negras-e-racismo-obstetrico-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cress-ba.org.br\/?p=4657","title":{"rendered":"Carta ao governador da Bahia: Mortalidade Materna de Mulheres Negras e Racismo Obst\u00e9trico"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color:#000000\">Prezado Governador Jer&ocirc;nimo Rodrigues,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Ao cumpriment&aacute;-lo, vimos por meio desta manifestar-nos e solicitar provid&ecirc;ncias en&eacute;rgicas quanto &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e ao enfrentamento da mortalidade materna de mulheres negras na Bahia, bem como a&ccedil;&otilde;es estruturantes para o combate ao racismo obst&eacute;trico, tendo em vista que a mortalidade materna de mulheres negras &eacute; uma das express&otilde;es desse racismo, embora n&atilde;o a &uacute;nica. Faz-se necess&aacute;rio pensar os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres negras de forma mais ampla.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Apesar de o estado da Bahia contar com uma popula&ccedil;&atilde;o majoritariamente composta por pessoas negras (cerca de 80%) e por mulheres (quase 52%), esses dois grupos apresentam indicadores de sa&uacute;de preocupantes e desafiadores, tanto no que se refere &agrave; vitimiza&ccedil;&atilde;o por doen&ccedil;as e agravos quanto ao acesso &agrave; a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;stico e tratamento em sa&uacute;de.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">N&atilde;o por acaso, em 2009, o Governo Federal instituiu, por meio da Portaria do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de n&deg; 992\/2009, a Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Integral da Popula&ccedil;&atilde;o Negra, que contempla a sa&uacute;de da mulher negra como um de seus eixos estrat&eacute;gicos. Seguindo essa diretriz, o estado da Bahia tamb&eacute;m instituiu sua pr&oacute;pria pol&iacute;tica: a Pol&iacute;tica Estadual de Aten&ccedil;&atilde;o Integral &agrave; Sa&uacute;de da Popula&ccedil;&atilde;o Negra, formalizada pelo Decreto Estadual n&ordm; 14.720\/2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Ademais, o Brasil foi o primeiro pa&iacute;s a ser condenado por morte materna em uma corte internacional, em 2011, devido ao caso de Alyne Pimentel, uma mulher negra que&nbsp;faleceu em 2002, no Rio de Janeiro, em decorr&ecirc;ncia de neglig&ecirc;ncia obst&eacute;trica. Esse caso levou o Estado brasileiro a assumir compromissos de retrata&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, resultando na cria&ccedil;&atilde;o da Rede Alyne Pimentel &mdash; uma estrat&eacute;gia nacional do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de cujo objetivo &eacute; reduzir em 50% a mortalidade materna de mulheres negras at&eacute; 2027, por meio da amplia&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de materno-infantil e com um investimento previsto de R$ 1 bilh&atilde;o em 2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Por&eacute;m, apesar dos esfor&ccedil;os normativos e program&aacute;ticos listados acima, a realidade do Brasil e da Bahia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mortalidade materna de mulheres negras permanece desastrosa especialmente se considerarmos que a gravidez n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a e que essas mortes s&atilde;o, em sua maioria, evit&aacute;veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">No Brasil, dados preliminares de 2022 apontam que enquanto a raz&atilde;o de mortalidade materna entre mulheres brancas &eacute; de 46,56 &oacute;bitos para cada 100 mil nascidos vivos, entre mulheres negras esse n&uacute;mero mais que dobra, chegando a 100,38 &oacute;bitos (Pesquisa Nascer II\/Fiocruz).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Na Bahia, a taxa &eacute; de 55,3 &oacute;bitos para cada 100 mil nascidos vivos &mdash; acima da m&eacute;dia nacional &mdash; e, segundo dados da SESAB\/DIVEP (2018), 85% das mortes maternas no estado vitimam mulheres negras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Recentemente, no ano de 2024, na Maternidade Albert Sabin, ocorreram dois casos que foram amplamente divulgados por canais de comunica&ccedil;&atilde;o locais. No entanto, at&eacute; o momento, a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi informada sobre as medidas adotadas pelas autoridades competentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Inclusive, a Secretaria da Sa&uacute;de do Estado da Bahia (SESAB), ap&oacute;s provoca&ccedil;&atilde;o do Movimento Negro Unificado da Bahia (MNU-BA), por meio do Of&iacute;cio n&deg; 21\/2024, prestou informa&ccedil;&otilde;es consideradas insuficientes tanto sobre a apura&ccedil;&atilde;o dos casos quanto sobre as a&ccedil;&otilde;es anuais voltadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o da mortalidade materna de mulheres negras e ao enfrentamento do racismo obst&eacute;trico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Essa omiss&atilde;o &eacute; ainda mais grave quando se considera que o Plano Estadual de Sa&uacute;de da Mulher possui um cap&iacute;tulo espec&iacute;fico voltado &agrave;s mulheres negras, al&eacute;m das diretrizes estabelecidas pela Oficina Nacional de Mortalidade Materna de Mulheres Negras no contexto do SUS, promovida pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de em 2023.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Ressalta-se ainda que h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es de que uma das m&eacute;dicas envolvidas em um dos casos mencionados atualmente atua em outra Unidade Estadual de Alta Complexidade&nbsp;especializada em partos &mdash; sendo essa profissional j&aacute; alvo de den&uacute;ncias por pr&aacute;ticas de viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica em epis&oacute;dios anteriores a 2024.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\"><u>Cabe destacar que:<\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; O racismo &eacute; um determinante social da sa&uacute;de, reconhecido pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) em 2005 e pelo Governo Brasileiro em 2009, por meio da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Integral da Popula&ccedil;&atilde;o Negra;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; O racismo obst&eacute;trico, de acordo com a estudiosa estadunidense D&aacute;na-Ain Davis, manifesta-se na interse&ccedil;&atilde;o entre viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica, ra&ccedil;a e g&ecirc;nero, e envolve sete dimens&otilde;es: Lapsos diagn&oacute;sticos; Neglig&ecirc;ncia; Causar dor intencionalmente; Coer&ccedil;&atilde;o; Humilha&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas; Abuso m&eacute;dico; Desd&eacute;m ou desrespeito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211;&nbsp;A mortalidade materna de mulheres negras, indicador importante da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o negra, refere-se &agrave; morte de mulheres negras durante a gesta&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; 42 dias ap&oacute;s o t&eacute;rmino da gravidez, decorrente de qualquer causa relacionada &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o ou ao seu manejo, exceto causas acidentais ou incidentais (segundo a defini&ccedil;&atilde;o da OMS);<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Cerca de 92% dos casos de morte materna s&atilde;o evit&aacute;veis, sendo causados principalmente por hipertens&atilde;o, hemorragias, infec&ccedil;&otilde;es e abortos provocados (Levantamento UNICAMP; IBDFAM).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Face ao exposto, e considerando o compromisso do seu governo com a transpar&ecirc;ncia, com os interesses coletivos e populares, com o enfrentamento ao racismo, bem como as diretrizes do Programa de Governo Participativo Jer&ocirc;nimo 2022, no que se refere &agrave; sa&uacute;de e &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da igualdade racial, solicitamos, com a urg&ecirc;ncia que o assunto requer, as seguintes informa&ccedil;&otilde;es e provid&ecirc;ncias:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Informa&ccedil;&otilde;es e\/ou comprova&ccedil;&otilde;es sobre o afastamento ou desligamento dos profissionais de sa&uacute;de envolvidos nos dois partos ocorridos em 2024 na Maternidade Albert Sabin que culminaram em morte materna. Consideramos que o afastamento desses profissionais durante o processo de apura&ccedil;&atilde;o &#8211; que, segundo a SESAB, ainda ocorre sob sigilo &mdash; &eacute; medida m&iacute;nima de coer&ecirc;ncia e pode representar a preven&ccedil;&atilde;o de novas mortes maternas na Bahia;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211;&nbsp;Apresenta&ccedil;&atilde;o do planejamento de forma&ccedil;&otilde;es e capacita&ccedil;&otilde;es permanentes sobre mortalidade materna de mulheres negras e racismo obst&eacute;trico, voltadas a toda a rede&nbsp;estadual de maternidades e hospitais que realizam partos pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS);<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211;&nbsp;Relat&oacute;rio descritivo das forma&ccedil;&otilde;es e capacita&ccedil;&otilde;es promovidas pela SESAB entre os anos de 2022 e 2024, com enfoque na mortalidade materna de mulheres negras e no enfrentamento ao racismo obst&eacute;trico;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Informa&ccedil;&otilde;es sobre os achados dos Comit&ecirc;s de Mortalidade Materna e da Vigil&acirc;ncia do &Oacute;bito no que se refere &agrave;s mortes maternas de mulheres negras;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; C&oacute;pias ou exemplares dos materiais informativos e educativos produzidos pela SESAB e distribu&iacute;dos &agrave;s maternidades e hospitais relacionados &agrave; tem&aacute;tica da mortalidade materna de mulheres negras e do racismo obst&eacute;trico;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Levantamento de den&uacute;ncias e queixas sobre viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica e racismo obst&eacute;trico sofridos por mulheres negras, recebidas nos &uacute;ltimos cinco anos em hospitais e maternidades que realizam partos na rede estadual;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211;&nbsp;Informa&ccedil;&otilde;es atualizadas sobre a estrutura, funcionamento e acessibilidade das ouvidorias estaduais, no que tange &agrave; escuta e encaminhamento de den&uacute;ncias relacionadas &agrave; viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica e ao racismo obst&eacute;trico;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Dados sobre a situa&ccedil;&atilde;o atual dos fluxos de refer&ecirc;ncia e contra-refer&ecirc;ncia entre maternidades e a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, especialmente no cuidado pr&eacute; e p&oacute;s-natal;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Dados atualizados sobre mortalidade materna no Estado da Bahia, por microrregi&atilde;o de sa&uacute;de e por munic&iacute;pio;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Dados de acesso ao pr&eacute;-natal na Bahia, com recorte espec&iacute;fico para mulheres negras e mulheres negras quilombolas, organizados por microrregi&atilde;o de sa&uacute;de e por munic&iacute;pio;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Dados atualizados sobre o acesso ao aborto legal no estado da Bahia;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Informa&ccedil;&atilde;o sobre a exist&ecirc;ncia de um Plano Estadual de Enfrentamento &agrave; Mortalidade Materna e, em caso negativo, se h&aacute; pretens&atilde;o de sua elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211;&nbsp;Informa&ccedil;&otilde;es sobre o investimento financeiro estadual, incluindo o cofinanciamento aos munic&iacute;pios, voltado &agrave; preven&ccedil;&atilde;o da mortalidade materna;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Apresenta&ccedil;&atilde;o da metodologia de monitoramento estadual da mortalidade materna de mulheres negras, incluindo a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e enfrentamento;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Dados de acesso e resultados (devidamente datados) dos programas e projetos como &quot;Aleitamento Materno&quot;, &quot;M&atilde;e Canguru&quot; e &quot;Parto Humanizado&quot;, no &acirc;mbito da rede estadual;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">&#8211; Status atual da implementa&ccedil;&atilde;o do quesito ra&ccedil;a\/cor, conforme determina a Portaria MS n&deg; 344\/2017, em todas as unidades estaduais do SUS (diretas ou indiretas).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\"><strong>ASSINAM ESTA CARTA OS SEGUINTES CONSELHOS DE PROFISS&Atilde;O E ENTIDADES DE MOVIMENTOS NEGROS:<\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">CRESS 5&ordm; Regi&atilde;o&nbsp;&#8211;&nbsp;BA &#8211; Conselho Regional de Servi&ccedil;o Social<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">CRP 3&ordm; Regi&atilde;o &#8211; BA &#8211; Conselho Regional de Psicologia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Rede de Mulheres Negras Bahia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">MNU &#8211; BA &#8211; Movimento Negro Unificado da Bahia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Bloco Afro Os Neg&otilde;es<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">FENEBA &#8211; F&oacute;rum de Entidades Negras da Bahia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">UNEGRO &ndash; Uni&atilde;o de Negros e Negras Pela Igualdade<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">CONEN &#8211; Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Entidades Negras<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">ODARA &#8211; Instituto da Mulher Negra<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\">Movimento de Mulheres Negras Dandara do SISAL<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color:#000000\"><em>Salvador-BA, 02 de maio de 2025.<\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><a href=\"https:\/\/forms.gle\/nDPwEiWs6FR6A2tA6\"><span style=\"color:#3300ff\"><span style=\"font-size:16px\"><span style=\"font-family:Arial,Helvetica,sans-serif\"><strong>Assine tamb&eacute;m a carta<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/a><\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carta a Jer\u00f4nimo Rodrigues<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6799,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-4657","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4657","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4657"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4657\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4657"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4657"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cress-ba.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4657"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}