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“Marcha das Mulheres” sai às ruas pelo fim da baixaria, violência doméstica e Sexual 16/01/2020

“Marcha das Mulheres” sai às ruas pelo fim da baixaria, violência doméstica e Sexual

 

*Publicado em 03/06/2016

No Dia Internacional da Mulher, que acontece na próxima quarta-feira, dia 8 de março, a Marcha das Mulheres de Salvador em conjunto com outras 45 entidades realizam a passeata "Mulheres em luta, nada a Temer." A marcha pretende mobilizar o maior número de pessoas a ir às ruas, alertando a população sobre a violência de gênero, machismo, políticas e ações misóginas, lesbofóbicas, transfóbicas, xenofóbicas e racistas, além de outros temas que não podem deixar de ser pautados como: a Lei Antibaixaria, direitos sexuais, sociais e trabalhistas, creches gratuitas, patriarcalismo, sexismo e pensão alimentícia. A passeata está prevista para acontecer a partir das 13 horas, na Praça da Piedade e contará com ocupações e intervenções artísticas.

 

Estatísticas

Violência contra a Mulher – Do total de atendimentos realizados pelo Ligue 180 – a Central de Atendimento à Mulher – no ano de 2016, dos relatos de violência contra a mulher, 51% corresponderam às violências: física – 31%; psicológica – 7%; moral – 5%; sexual – 5%; cárcere privado – 5%; dentre outros. A Bahia registrou mais de 10.000 casos até meados de 2016.

 

Igualdade de oportunidades – Estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mostra que homens ganham mais que as mulheres em todas as faixas de idade, tipos de emprego e/ou empresa e níveis de instrução. No Brasil, o resultado foi ainda mais alarmante: homens ganham aproximadamente 30% a mais que as mulheres da mesma idade e nível de instrução.

 

Xô baixaria – Mesmo com a Lei 12.573/12, popularmente conhecida como Lei Antibaixaria, da deputada Luiza Maia, ainda falta uma fiscalização mais rígida e punição efetiva para artistas e bandas que descumprem a lei.

 

Mulheres, negras e mães solteiras – Segundo pesquisa do Data Popular de 2015, de 67 milhões de mães, 31% são solteiras, 46% trabalham, 60% recebem apenas um salário mínimo e 23% trabalham como doméstica.

 

A hipocrisia do aborto – A cada cinco mulheres aos 40 anos já fez, no mínimo, um aborto. Isso representa 4,7 milhões de mulheres. A cada minuto, uma mulher faz aborto no Brasil. Mulheres nordestinas, negras, indígenas, pobres e com baixa escolaridade representam o maior número dos casos. É o que revela a Pesquisa Nacional do Aborto realizada em 2016.

 

Serviço:

O quê: Marcha das Mulheres

Quando: 8/3, a partir das 13 horas

Onde: Concentração na Praça da Piedade

 

 

Fonte e maiores informações:

comissão de comunicação: comunica8mssa@gmail.com

facebook oficial: @oitodemarcoSalvadorVaiParar

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